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Posts Tagged ‘reflexão’


Correndo o sério risco de ser redundante e nada original no assunto e forma de expressar, mesmo assim…

O mundo virtual tem muitos encantos e muitas pessoas encantadoras, mas realmente falta-lhe a solidez, principalmente no que se diz a respeito do verdadeiro calor humano.
Não foram uma ou duas vezes em que me peguei em situações neste mundo, em que precisava extrapolar a imaginação pra poder alcançar a pessoa do outro lado da tela. Um abraço amigo, um carinho na hora certa é plenamente necessário em certos momentos, mas há uma distância incalculável ou não, que impede estes atos tão simples.
Um temor às vezes me toma, que de tanto encanto fique a procurar cada vez mais de extrapolar minhas capacidades de expressão via net e deixe que o instrumento se faça mais forte do que quem o empunha. Que a expressão virtual se torne vida não apenas paralela, mas de certa forma suficiente. Acho que se faz necessário ter sempre isto em mente e refletir sobre a relevância de tudo isto em nossas vidas. E se certas coisas deste mundo virtual são realmente tão fortes, importantes e presentes em nossas vidas, têm que ser impulsionadas a se tornarem reais e palpáveis, pois de outra forma não são suficientemente importantes pra que se destaquem do todo, nem fortes para que suportem a verdadeira realidade, nem presentes de fato.
Algumas certezas tenho, as de que os sentimentos são reais e sua expressão possível, os pensamentos e “atitudes” chegam ao seu destino. Mas por quanto tempo eles resistem a estar “encarnados” na virtualidade? Por quanto tempo o meio, a ferramenta pode substituir o ser propriamente dito?
As respostas são relativas, condicionadas aos seres que se comunicam e a comunhão entre os mesmos.
Por muitas razões há o medo de que um relacionamento seja mais compensador enquanto virtual do que passando à realidade. Mas há só uma maneira de descobrir… Arriscando. E vale a pena dependendo do tipo e intensidade do sentimento investido. Mas se este sentimento puder se qualificar como amor, então arriscar é a única maneira de ele ser verdadeiro… Com plenitude.
Passando de um contato para um contato.

Isabel Batista

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As formigas são seres que trabalham de forma organizada, socializada, unida. Vivem em prol da sobrevivência da comunidade, formam um organismo inteiro e único com suas organizações, funções, atribuições. Cada elemento desta sociedade vem geneticamente preparado pra sua função específica no formigueiro. Há uma hierarquia que nunca é contestada. Cada um tem seu lugar e função.
A cigarra canta para completar sua mudança, se soltar da casca. Ela passa a maior parte de sua vida enterrada hibernando sob o solo e sai para então “cantar” até se libertar e procriar.
As abelhas como as formigas, são organizadas em uma sociedade onde o trabalho é para o bem comum. Elas saem pelos jardins colhendo o pólen, vão de flor em flor buscando a matéria prima necessária para sua produção, o doce mel. São preparadas pela natureza para isto exercerem com qualidade e perfeição.
As borboletas nada produzem a não ser beleza e encanto, apesar de que também, assim como as abelhas, são úteis na polinização das flores. É ela o símbolo da metamorfose, desde o ovo, larva, crisálida até transformar-se no ser que verdadeiramente é, ou talvez ela seja o que é, enquanto é o que pode ser. Ela é o ser que é de cada fase.

Etc, etc, etc.

A natureza é cheia de mensagens, cheia de lições. Me deixei a observar este pequeno, mas tão cheio de detalhes, mundo dos insetos.

Sendo unidos ou solitários, tem suas atribuições para sua própria espécie, para sua sociedade, para o bem comum mesmo que inconsciente da natureza como um todo. Se fartam com a carne um do outro, alimentam com sua própria vida outra vida, auxiliam na vida coletiva com suas funções pequeninas, com seu trabalho minúsculo mas eficaz e útil. Sem pensamentos como os conhecemos, sem sentimentos, apenas instintos. Nascem, vivem e morrem sendo sempre, simplesmente e exatamente o que são. Não se apaixonam, apenas se unem pra procriar, trabalham pela vida sem nada receber além da vida simplesmente. Nada acumulam para si, não presenteiam individualmente, apenas doam sua vida para todos, seja de sua espécie ou não, seja de seu minúsculo mundo ou do mundo de gigantes que os rodeiam e que geralmente os ignoram. Não pranteiam suas dores apenas as curam como podem, não impõe nem sentem culpa por nada, não planejam apenas executam.
Acho que a isto posso chamar de a complexidade da simplicidade. Falando deste mundo com sua complexidade de diferenças e detalhes, a mensagem que vejo é simplesmente e verdadeiramente… Simplicidade. Ser o que se é. E sendo assim se é útil a si mesmo e aos outros.
Em toda natureza, mineral, vegetal ou animal, terra, fogo, água e ar. A mensagem que agora vislumbro é a simplicidade.
O calor do sol, a chuva, a brisa, a terra e a simplicidade de sua união… o sol aquece a terra, vem a chuva e a molha e a brisa nos traz um delicioso aroma de simplicidade.

Isto é o que quero em minha vida agora, ver as coisas de maneira mais simples, sem tantas complexidades que as vezes eu mesma crio.

Isabel Batista

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“Estava eu tentando conexões com outros mundos quando de repente percebi que não haviam meios, ferramentas, acho que até perceber isto muitas mensagens se perderam… Talvez a caminho, talvez em mim mesma, talvez em algum lugar inacessível de algum destino.”

As relações são bastante estranhas, ou nossa forma com que as definimos é que são ainda mais. Vemos aquilo que queremos ver, e definimos os conceitos simplesmente espelhando nossos desejos no outro, criamos um ser que não existe, ou completamos com nossa imaginação o ser existente, como referência do ser que amamos, cultivamos dia-a-dia uma ilusão muito bem cuidada, de que o que vemos no outro é a realidade, mas na verdade são os reflexos dos nossos anseios. Logo vem a frustração e a incompatibilidade entre o ser que criamos e o real e então começamos com as cobranças, nos sentimos traídos e tendemos a por esta culpa no outro, como se ele nos tivesse feito promessas, um pacto de se igualar ao nosso clone interno do outro, mesmo que não houvesse pronunciado uma só palavra sobre esta questão.
Somos sim culpados em manter este padrão de pensamentos e atitudes, e muitos levam isto adiante por muito tempo, até ser tarde demais. Poucos despertam deste sonho grotesco, em que anulamos a verdade em prol de
crenças falsas.
Respeitamos mais o que queremos e imaginamos do que o que realmente são as pessoas.
Não há pessoa que possa nos trazer a felicidade em seu coração, em sua alma, em sua presença por mais que esteja disposta, se não houver em nós mesmos um pouco desta felicidade latente à ser compartilhada. Se acharmos que podemos encontrar a felicidade no outro, pobre de nós quando esta pessoa for embora de nossas vidas. Leva consigo todo sonho de ser feliz e ainda a culpa de ter sido incapaz de torná-la real, e ainda o ressentimento e talvez raiva de ter sido considerado incapaz por nós. E o que nos sobra então… a infelicidade, a frustração.
Há uma frase muito sábia que define bem a busca da real felicidade… “Ó homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo e os Deuses. “A mensagem foi escrita há muito tempo em um Templo consagrado ao deus Apólo, em Delfos, na Grécia. É atribuída ao sábio filósofo Sócrates.
Não há como ter o que oferecer, no amor e em todas relações de afeto, se não soubermos nosso próprio conteúdo, se não sabemos de nossos tesouros e lixos. Se não reconhecemos nossos encantos e desencantos. É impossível amar sem que antes nos amemos. Como querer sermos amados e querer que enxerguem em nós o que também foge de nossa capacidade? E continuamos a também não amar o outro pelo que ele é, mas pelo que imaginamos que seja.
Vivemos em uma Babel emocional, mental… Humana. E acho que temos que aprender, ao menos ter esta vontade, de falar uma única língua, a do amor, e esta é universal.
E me vem esta conclusão, como se uma solução em duas frases muito conhecidas:
“Ó homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo e os Deuses. “
“Ainda que falasse a língua dos anjos e dos homens, sem amor, nada seria.”

Isabel Batista

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A Busca


Talvez a busca esteja me tirando a sanidade e me fazendo ver e sentir onde não há nada para o meu coração…
Mas, faz parte deste meu ser, e ainda bem, sempre questionar, tentar ver as verdades e reconhecer as ilusões, mesmo que eu me permita delas, um pouco, saborear.
Minhas intuições por mais que, às vezes ludibriadas pelos desejos de um coração faminto, sempre me levam e me elevam pelos caminhos mais estranhos da aprendizagem.
Às vezes me pergunto se a vida não é um sonho e então acordaremos somente com a morte… E é por isto que grito em meu pleno caos… “Quero dormir pra acordar e despertar no sonho pra realizar a vida que nunca sonhei.”
Queria poder pelo menos alcançar a consciência que sei que poderia alcançar, mas certamente ela é imediatamente proporcional ao conhecimento que consigo absorver, elaborar e integrar dentro do meu próprio universo. E cada partícula, cada astro deste meu universo tem que possuir muita força e luz para nascer e persistir no vácuo do espaço, talvez infinito, do meu ser. Mas tal força e luz só podem se originar no Amor, não no amor que se possa receber, mas no verdadeiro “Amor Essência” que faz parte do que somos, latente em semente, e que a cada dia, nesta terra, conquistamos com a aprendizagem , mesmo que, e principalmente em plenas dores.
Existem muitos mistérios a desvendar em nós mesmos, não há maiores ou mais essenciais a serem descobertos fora de nós. Mas para desvendá-los temos que buscar, e é impossível cessar esta busca, mesmo que nos percamos nos imensos labirintos que nós mesmos construímos.
Cada pequeno passo é uma parte de uma chave que pode abrir uma porta em algum lugar de nós e nos fazer ver o mundo cada vez mais real e completo e talvez mais feliz… Pelo menos pra quem busca.
De dentro dos abismos, no cume das montanhas, sobre as nuvens, no profundo oceano, sob a chuva ou sobre a terra, sob a luz do sol ou da lua, dentro e fora de mim… Eu busco!… A mim mesma e a você.
Mas agora a pergunta maior em minha mente é… Quem é você?
Mas sei que só terei a resposta quando souber quem eu sou. 

“Ó então alma mais linda entre todas as criaturas, tão ansiosa para descobrir a morada do seu Amado que poderia sair em busca d’Ele para unir-se a Ele, agora lhe dizemos que tu és a morada d’Ele… Sua câmara secreta e esconderijo.” (São João da Cruz, cântico espiritual)

Isabel Batista

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Quem sabe como se deveria amar?
Existe receita pra tal atitude?
Acho que não existe realmente um “como”, mas com certeza ele se faz presente não apenas em pensamentos, em palavras, mas em atitudes.
Me diga o que você sente quando vê algo que lhe agrada aos olhos e a alma, algo que lhe inspira um bom momento… talvez olhar as flores em um campo, ou um arco-íris, uma criança descobrindo coisas ou brincando. Coisas e pessoas que não tenham em sua mente uma ligação direta com você.
Você olha e admira sem julgar, apenas observando o fluxo da vida e uma boa sensação o toma, acho que esta sensação é o amor incondicional se manifestando. Estas imagens te alcançam o coração sem barreiras, sem impedimentos e te fazem bem.
Mas e se de repente vem uma brisa e carrega até você o pólen destas flores e você começa a espirrar, descobrindo que é alérgico a elas, se o arco-íris some e começa a chover e relampejar, se a bela e inocente criança te atirar um brinquedo e falar … “eu não gosto de você”.

Normalmente ficamos um tanto chateados ou tristes ou frustrados.
E o encanto se rompe se nos identificarmos, se julgarmos… é ruim… é bom…
Por que o amor que sentimos pelas coisas e pessoas fica sempre condicionado a como elas podem nos afetar ou como afetam?
O sentimento existe por que não o expressamos mais, dar mais espaço a ele do que a outros sentimentos como a frustração, a tristeza e a raiva?
O amor merece menos força de expressão que os sentimentos negativos? Se nos faz bem, por que não alimentá-lo mais?
Seria isto uma auto-defesa? Dizemos a nós mesmos, este momento negativo não o quero pra mim nem agora nem nunca. Mas não fomos nós mesmos que o julgamos negativo? O conceituamos assim. E se não o julgássemos assim, nem bom, nem ruim?

Mas a força do amor não é uma defesa contra o mal muito maior?
Apesar de questionar não tenho as respostas, as sinto, mas não consigo ainda alcançar a verdade ou com minhas limitações, por em palavras. Não alcancei as soluções pra poder pô-las em pratica em minha própria vida. Sofro as consequências de deixar o amor ainda esmorecer em mim e deixar outros sentimentos menos importantes tomarem conta do meu coração, de minha alma, e por fim de minhas atitudes. Ainda observo e julgo.
Talvez a resposta esteja em resgatarmos a inocência.

Isabel Batista

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Eu Hoje.

Vou fazer hoje algo que só fiz uma vez aqui… falar o que sinto no momento, escrevendo assim direto.

Sim! Sempre falo o que sinto. Mas as vezes demora algumas horas para que se construa algo, principalmente de forma lírica.

Mas hoje senti a necessidade de mostrar vida aqui neste meu espaço de devaneios, talvez para realmente isto fazer… devanear um pouco.

Tantas coisas acontecem em nossas vidas e estou passando uma fase que ainda não consegui conceituar. Como agente fala sempre… “Ah que fase difícil! ” Ou … “A minha vida anda calma”. Não sei se a vida anda assim ou assado, na verdade não sei se realmente ela está acontecendo ou continuo a “vegetar” como por muito tempo fiz. Se comparar com outras fases… É acho que posso falar que estou vivendo, mas se comparar com o que realmente gostaria de estar fazendo, onde queria estar… Não da pra dizer que esteja então… Sei lá!

Não sei ainda o que realmente quero da vida e isto me angustia, mas não é aquela angústia que te atormenta o tempo todo, acho que não saberia viver assim, com aquele pensamento fixo de que tenho que estar lutando o tempo todo por aquilo que desejo. Em mim mesma sempre tive uma paz interior e uma felicidade e gratidão por tudo aquilo que já tenho. Talvez seja isto que tenha de mudar e tenha de viver mais pensando em realizar do que estática agradecendo. Talvez enfrentar a vida seja se entregar à agonia da luta pra poder realizar e em fim conseguir a paz que se deseja, a paz que traz o prêmio pelo esforço empregado. Mas ao escrever isto vejo que talvez seja um meio termo disto, ou algo diferente, pois não faz parte de mim ser infeliz agora pra ser feliz depois. O futuro se constrói com esforço mas o presente com a gratidão de cada dia, penso que seja o ideal pra mim.

Talvez possa dizer que esteja em uma fase mais reflexiva, ao mesmo tempo mais ativa em certos aspectos. Não dá pra definí-la com uma só palavra.

Sou feliz!!! Mas, ainda não estou realizada. Não sei se um dia estarei, mas enquanto isto não empurro a felicidade para o amanhã, mas tento vivenciá-la em cada momento valorizando e agradecendo pelas pequenas e grandes coisas que acontecem, os dias de sol e os de chuva. Não digo que não tenha meus momentos de tristeza e até depressão, mas estes momentos só me fazem olhar para o que preciso ainda fazer para ser mais feliz. Há sempre uma luz! Há beleza em tudo e em todos!

E espero poder aprender muito e compartilhar com os que cruzam meu caminho um pouco desta felicidade que carrego em meu coração.

Puts! Quando comecei a escrever isto achei que ia levar para um lado mais “deprê”… Olha só o que saiu! Não tem jeito… Eu sou feliz!!!… rsrs

E meus pensamentos e sentimentos refletem em minha realidade. Ou seria o contrário?

Isabel Batista

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Recebi um e-mail de uma amiga, minha amada amiga LU, este texto me levou a uma reflexão, pensei em mandar a todos os meus contatos, mas para alguns com certeza, esta minha atitude já criaria uma certa resistência a reflexão, então resolvi deixar ele aqui, o link no qual o encontrei em pesquisa. E quem por ventura tiver o interesse, pode lê-lo.

http://www.maputo.co.mz/forum/message/10086

Pelos momentos que estou passando em minha vida, este texto veio de certa forma a me fazer contestar e levar a reflexão algumas opiniões que tenho ouvido ultimamente.

Não para julgar certo ou errado, mas por sempre buscar ser mais feliz e melhor como ser humano.

Tenho que confessar que já estava meio confusa, se este novo estilo”fast” de viver, não seria o ideal, sem vínculos, sem compromissos, sem cobranças, na verdade sem comprometer o coração. Não seria isto uma fuga e uma limitação que permitimos, por medo de sofrer?

Fico pensando ainda o que seria o ideal, mas chego sempre a conclusão de que vamos descobrindo, ou talvez o ideal não seja algo absoluto, mas pertencente a possibilidade de real felicidade de cada um.

Mas ao ler este texto ouvi o outro lado da história, quando neste momento só ouço e vejo de muitas pessoas próximas que o melhor é viver sem comprometer o coração e deixar a ética fora disto, viver os momentos e as oportunidades de prazer sem culpas.

Nunca fui assim, mas também talvez não tenha comprometido meu coração, realmente com todo o meu ser, a pessoa que estava ao meu lado… Um amor consciente, tomando parte do outro, sem se ausentar de mim mesma.

Talvez nossa capacidade de amar se sublime quando aprendermos a amar a nós mesmos, quando comprometermos nossa vida, a nossa felicidade e realização pessoal, quando amarmos o nosso próprio ser, e transbordantes disto possamos compartilhar com alguém e com os que nos rodeiam.

Talvez se pudermos ser fiel a nós mesmos e nossos próprios valores na prática, possamos ser fiel em todos os aspectos.

Mas como penso acho que vamos aprendendo, pois… Como chegar ao ideal sem aprender as lições? Como aprender a comprometer o coração sem conviver de alguma forma? Como aprender a amar, sem amar?… As dádivas e frutos dos acertos, as dores e lágrimas dos erros, tudo nos proporciona lições.

Me sinto ainda uma criança ao refletir sobre isto, a verdade está em nós, as respostas em nossos próprios corações, mas não é fácil alcançá-las, precisamos construir caminhos, derrubar obstáculos, nos destruir e auto criar, deixando apenas na estrutura as verdades que já encontramos, as lições já aprendidas, com coragem de continuar.

Seja como for, acredito que o ser humano veio a terra pra aprender esta maior lição… AMAR.

 

Isabel Batista


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