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Imagem: Retirada da internet, se alguém souber a autoria por favor me comunique.
Agora é o momento, embora eu não saiba bem porque, de compartilhar minhas próprias histórias. Há muito tempo venho pensando nisto e então, finalmente, decidi fazê-lo.
Muitas pessoas já o fizeram, li muitos livros sobre histórias assim. Imaginação ou realidade as histórias existem. Eu pessoalmente acredito que a maioria dos relatos sejam lembranças, outros relacionam tal evento com memórias ancestrais que carregamos em nosso código genético, outros ainda tem outras teorias mais complexas, a mais simples e natural pra mim é que são memórias de vidas passadas.
A ciência tenta explicar, algumas religiões tentam afirmar, quanto as minhas experiências eu acredito que sejam lembranças, mas não posso dizer que seja esta, uma verdade absoluta. Pode ser que algum canto de meu cérebro seja tão criativo que manifeste através destas histórias algum problema ou drama pessoal a ser resolvido… Sei lá!… Freud explica! Eu não estou aqui para explicar nada, apenas pra compartilhar estas minhas experiências. Eu decido o que é pra mim, quem ler, decide o que é pra si mesmo. Meu objetivo é compartilhar é abrir uma reflexão a respeito do assunto. Incluir entre os muitos relatos, também as minhas histórias. Talvez outras pessoas se manifestem e queiram também compartilhar suas histórias, ficarei feliz em postá-las aqui com as devidas referências.
A primeira experiência ocorreu-me espontaneamente em um sonho, as seguintes derivaram de praticas de concentração e visualização, todavia, apenas o primeiro momento é controlado, depois tudo segue-se de forma espontânea e totalmente fora do controle mental ou emocional.
Muitas vezes as praticas não davam seguimento a uma lembrança, mas tão somente para um relaxamento ou outras experiências situadas no tempo presente ou atemporais.
Mas, de que me serve lembrar o passado?
Muitas pessoas utilizam de regressão para resolver fobias e traumas e muitas querem fazer por curiosidade. A regressão comumente vai até a fase intrauterina da vida atual, mas se necessário uma pessoa pode ir mais longe no passado para resolver a causa de um determinado problema.
Há muitos relatos que realmente podem ser fantasiosos, é comum vermos declarações de pessoas que dizem ter sido Tutancamon, Sheakespeare ou Leonardo da Vinci, etc. Bem, a verdade é que somos melhores agora do que fomos no passado. Mais experientes, mais resolvidos, com menos problemas à superar do que tínhamos nas outras vidas. A regra é evoluir, as experiências da vida nos trazem isto, aprendemos à duras penas, pela dor, miséria, solidão. E posição social não tem muito a ver com isto, pois talvez eu necessite superar outras coisas, provar ser forte apesar das adversidades e podem acreditar, há adversidades na vida do mais rico e do mais pobre, do mais belo e do mais feio, do que tem um corpo perfeito ou está com alguma deficiência. Há adversidades na vida humana, pois estamos aqui justamente para superá-las e assim nos tornarmos seres melhores.
Uma pessoa se mostra evoluída quando apesar dos problemas mantém o equilíbrio, a alegria de viver, demonstra força e paz interior e quando se dá conta de que viver é servir com humildade, ter uma existência útil à vida como um todo, pois harmoniza-se com a sábia vontade divina. Temos a essência de Deus dentro de nós e evoluímos quando, cada vez mais, o manifestamos, pois é assim que Deus age, através da vida e das criaturas viventes neste plano e em outros.

Para mim teve significativa importância lembrar e perceber o quanto evoluí e principalmente o quanto ainda tenho que evoluir.

Compartilharei de algumas histórias que postarei seguindo este marcador…“Sonhos ou Lembranças?” Compartilharei também de algumas técnicas de regressão que adaptei com êxito.
“Há mais mistérios entre o céu e a Terra do que supõe a nossa vã filosofia”
(William Sheakespeare em sua notável peça Hamlet)

Recordar

Sê como o Sol para a Graça e a Piedade.

Sê como a noite para encobrir os defeitos alheios.

Sê como uma corrente de água para a generosidade.

Sê como a morte para o ódio e a ira.

Sê como a Terra para a modéstia.

Aparece tal como és.

Sê tal como pareces.


Se pudesses libertar-te, por uma vez, te ti mesmo,

o segredo dos segredos se abriria para ti.

O rosto do desconhecido, oculto além do universo,

apareceria no espelho da tua percepção.


Na realidade, tua alma e a minha são o mesmo.

Aparecemos e desaparecemos um com o outro.

Este é o verdadeiro significado das nossas relações.

Entre nós, já não há nem tu, nem eu.


O vale é diferente, acima das religiões e cultos.

Aqui, em silêncio, baixa a cabeça.

Funde-te na maravilha de Deus.

Aqui não há lugar para religiões nem cultos.


Há uma Alma dentro de tua Alma. Busca essa Alma.

Há uma jóia na montanha do corpo. Busca a mina desta jóia.

Oh, sufi, que passa!

Busca dentro, se podes, e não fora.


No amor, não há alto nem baixo,

má conduta nem boa,

nem dirigente, nem seguidor, nem devoto,

só há indiferença, tolerância e entrega.




O quão profundo pode ser a contribuição de alguém do outro lado do mundo em sua vida?
Muitos sabem que algo assim pode mover sua vida a acontecimentos internos e externos diversos. Cada um pode pensar por si mesmo em diversos exemplos. Estou aqui para dar o meu exemplo! Um exemplo musical ou vibracional.


Não sou crítica de música ou coisa assim, mas como um amigo já me falou, tenho certa aptidão para ver por trás de alguns véus, pra fazer uma releitura de significados.  Não foi raro, em diversas ocasiões, saber o que dizia a letra de a alguma música sem traduzir a letra apenas sentindo. Sigo os sinais daquilo que sinto, e o sentir é amplo pra todos, corpo, mente, coração, espírito, embora cada um tenha um canal, dentre os 5 sentidos existentes, mais desenvolvido, alguns até tem o 6º.  O meu sentir sempre busca o que está por trás do véu… buscar um sentido além do aparente…

Para quem não conhece vim apresentar uma cantora com a voz de “outro mundo”, e tome como livre o significado da metáfora. A maioria já ouviu sua voz, e se emocionou. Sua magnífica voz ecoou em algumas trilhas sonoras de filmes bem conhecidos como: Gladiator, Whale Rider (Encantadora de Baleias), Constantine; e alguns nem tão conhecidos no Brasil como: The Insider, A Thousand Roads e muitos outros.

Não pensei tanto em apresentá-la, fazendo referencia a sua origem e historia isto se pode conseguir em outras fontes, deixarei algumas por aqui. Mas pensei na pergunta “O quão profundo pode ser a contribuição de alguém do outro lado do mundo em sua vida?” e o quão benéfico é ser grata e passar adiante o que faz bem, compartilhar um pouco de mim tendo ela como referencia ou compartilhar um pouco dela através do meu sentir.

Conhecedores de música falam sobre sua voz profunda e assustadora de contralto (classificação vocal rara) e do expressivo alcance agudo como mezzo soprano,  eu ouço e quero falar da mulher que consegue expressar em sua voz a conexão que se faz entre o homem e Deus,como a oração,ou a inspiração.

Até chegar aqui e escrever sobre isto observei e senti algumas experiências que acabaram por me fazer cristalizar este momento de expressão. Sempre que ouvia suas músicas e deixava que aquela voz vibrasse em meu ser, eu sentia que estava compartilhando um momento de ligação dela com Deus, sentia que ela me inspirava a orar e fazer parte desta ligação, consigo colocar agora este sentir em palavras, mas antes só sentia.

Algumas vezes amigos de gostos musicais diversos ouviram em minha casa ou no trabalho, não foi intencional, não estava tentando impor meu gosto musical, eu já estava escutando e a música fez parte do cenário da conversa, os comentários foram diversos, de aprovação ou desaprovação, do tipo “Ao ouvir esta voz, esta música, se eu fechar os olhos, tenho uma sensação muito familiar que não consigo descrever, é uma ligação com algo”; “Hei! Dá pra mudar a música? Eu já estou começando a ver espíritos”.

Sentia curiosidade a respeito da sensação, de estar em oração, então pesquisei algumas letras, acho que na época que pesquisei ela ainda não era muito pop e única música que consegui uma tradução foi de Now We Are Free, do filme Gladiador, fiquei um tanto  decepcionada com o que dizia a letra, não tinha muito a ver com o que eu imaginava, por um bom tempo desisti de tentar entender o que ela dizia e apenas sentir, pois isto me dizia mais que palavras.
Hoje, como sempre, após ter inspiração sobre determinado assunto, ainda busco mais informações através de pesquisas e assim descobri que parece não haver uma tradução desta música, pois o que ela canta são vocalizações de livre inspiração aliada a uma linguagem que ela mesma criou e foi desenvolvendo desde os 12 anos de idade,  e que denomina como uma linguagem pra falar com Deus…  

 


Até que em fim algo fez sentido…

Mas havia agora também outras traduções, e uma música que me traz muito esta sensação de ligação  é “Abwoon”,  e já não fiquei tão surpresa em saber que é a oração mais conhecida no mundo expressa na voz  e na arte de Lisa Gerrard a voz que expressa  na voz a ligação com o divino, pois esta é a arte por trás da arte, e em mim ao ouvi-la, é realmente isto que desperta, mas acho que é algo muito pessoal, como as diferentes reações que meus amigos tiveram, pois cada um tem sua própria ligação com o divino, sua espiritualidade que pode parecer ser amorosa, intuitiva, apaixonada, misteriosa, sombria, luminosa, afinal  é a sua .

Então…  O quão profundo pode ser a contribuição de alguém do outro lado do mundo em sua vida?
O quão profundo você pode mergulhar em si mesmo e descobrir-se, pois os sinais, as fontes estão aí pelo mundo. O mundo externo é puramente simbólico, mas nele estão chaves para abrir portas do mundo interno. A Arte em si é a expressão das conexões do mundo externo e interno, e todos somos artistas aprendendo a compartilhar.


A arte de Lisa está sendo reconhecida, talvez um dia a minha, seja ela qual for, pois ainda estou me descobrindo, a sua, possam se desenvolver e também brilhar. É muito possível e muito provável. Afinal temos todo o tempo do mundo, mais ou menos a Eternidade.

Aqui deixo a letra da música Abwoon e sua tradução e se você quiser curtir mais e talvez saber mais sobre o que estou dizendo, ouça a música de Lisa Gerrard.

Abwoom

Abwoom d,bwahmaya

Nethqadash shmakh

Teytey malkuthakh

Nehwey tzevyanach aykanna d’bwahmaya aph b’arha

Hawvlan lachma disunqanan yaomana

Washboqlan khaubayn aykana daph khan shbwoqan l’khayyabayn

Wela tahlan l’nesyuna ela patzan min bisha

Metol dilakhie malkutha wahayla wateshbukhta l’ahlam almin

Ameyn

Abwoom (Tradução)

Pai Nosso
Pai Nosso que estais no céu

Santificado pelo teu nome

O Reino do Amanhã

Se a Tua vontade na terra como no céu

Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia

E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoarmos aos nossos devedores

E não nos deixes cair em tentação, mas livrai-nos do mal

Porque teu é o reino e o poder e a glória para sempre.

Amém. 

Interpretação: Lisa Gerrard

Ira Vislumbrada

Ira

Wrath - Marta Dahlig

Na rusga da dor intensa que invade o trôpego coração

Acelera desentupindo as artérias do medo

Torcendo as fibras cristalizadas

Desferindo contra o peito seu pulso violento

O germe acorda e evoca poder

Desabrocha suas rubras pétalas

Vocifera a desordem

Intoxica o invólucro da medula

A carne treme consternada

As garras gestam um desejo crescente

A saliva envenenada corrompe a palavra

As lágrimas ácidas rompem trincheiras amargas

O olhar explode em mil cores quentes e viscosas

Sentidos vermelhos e brilhantes de cólera…

Como o reflexo da adaga sob a sanguínea lua.

Nua, a alma aprisionada se angustia

Debate-se entre paredes do casulo da raiva

Verme faminto é a ira que anima o ego pútrido

É a imagem vislumbrada pelos olhos cristalinos da consciência

A faísca é um sinal!

A catarse o final!

Observo-me…

Ira2

Angel Touch - Lylias

Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões _é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… Agora, tudo o que vejo me causa espanto.”

cebola

Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as “Odes Elementales”, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta… Os poetas ensinam a ver”.

ruby eye - ftourini

Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. A sua física é idêntica à física óptica de uma máquina fotográfica: o objeto do lado de fora aparece refletido do lado de dentro. Mas existe algo na visão que não pertence à física.

bokeh eye - ftourini

William Blake sabia disso e afirmou: “A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê”. Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo.

Deadly red - ftourini

Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”. Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

silver moon - ftourini

Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem. “Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios”, escreveu Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. O zen-budismo concorda, e toda a sua espiritualidade é uma busca da experiência chamada “satori”, a abertura do “terceiro olho”. Não sei se Cummings se inspirava no zen-budismo, mas o fato é que escreveu: “Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram e agora os olhos dos meus olhos se abriram”.

Gold eye - ftourini

Há um poema no Novo Testamento que relata a caminhada de dois discípulos na companhia de Jesus ressuscitado. Mas eles não o reconheciam. Reconheceram-no subitamente: ao partir do pão, “seus olhos se abriram”. Vinícius de Moraes adota o mesmo mote em “Operário em Construção”: “De forma que, certo dia, à mesa ao cortar o pão, o operário foi tomado de uma súbita emoção, ao constatar assombrado que tudo naquela mesa _garrafa, prato, facão_ era ele quem fazia. Ele, um humilde operário, um operário em construção”.

Peacock eye in love - ftourini

A diferença se encontra no lugar onde os olhos são guardados. Se os olhos estão na caixa de ferramentas, eles são apenas ferramentas que usamos por sua função prática. Com eles vemos objetos, sinais luminosos, nomes de ruas e ajustamos a nossa ação. O ver se subordina ao fazer. Isso é necessário. Mas é muito pobre. Os olhos não gozam… Mas, quando os olhos estão na caixa dos brinquedos, eles se transformam em órgãos de prazer: brincam com o que vêem, olham pelo prazer de olhar, querem fazer amor com o mundo.

Frozen Star - ftourini

Os olhos que moram na caixa de ferramentas são os olhos dos adultos. Os olhos que moram na caixa dos brinquedos, das crianças. Para ter olhos brincalhões, é preciso ter as crianças por nossas mestras. Alberto Caeiro disse haver aprendido a arte de ver com um menininho, Jesus Cristo fugido do céu, tornado outra vez criança, eternamente: “A mim, ensinou-me tudo. Ensinou-me a olhar para as coisas. Aponta-me todas as coisas que há nas flores. Mostra-me como as pedras são engraçadas quando a gente as têm na mão e olha devagar para elas”.

rainbow eye -ftourini

Por isso _porque eu acho que a primeira função da educação é ensinar a ver_ eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana. Como o Jesus menino do poema de Caeiro. Sua missão seria partejar “olhos vagabundos”…

Eye love d you -ftourini

Rubem Alves: A complicada arte de ver

Rubem Alves, 71, educador, escritor. Livros novos para crianças e adultos-crianças: “Os Três Reis” (Loyola) e “Caindo na Real: Cinderela e Chapeuzinho Vermelho para o Tempo Atual” (Papirus).

Saliva


tudo foi perdido

evaporado

tudo ficou no passado seco,

esturricado

todas as trocas de fluídos

com essa mulher

tudo evaporado

no calor do corpo que transforma em vapor

até mesmo a prudência

e sobretudo os pudores

também todos evaporados

quantos decalitros de saliva

essa mulher me dedicou?

todos eles, gota por gota,

evaporados

como evaporou o nosso amor

 

 

Edu Beckandroll

 

Estou muito feliz e lisonjeada. Devaneios de Mulher acaba de ser agraciado com o Prêmio Symbelmine (Não-Me-Esqueças), um selo criado em Novembro de 2008 pelo internauta Maegin, do blog Patio de los Senescales, com a intenção de promover a confraternização e reconhecimento entre os blogueiros. As symbelmines são flores, que em Português são chamadas de miosótis, também conhecidas como ”não-me-esqueças” em vários idiomas: non-ti-scordar-di-me em italiano, forget-me-not em inglês, no-me-olvides em espanhol, etc.
São várias as formas de se explicar a origem do nome destas belas flores, e são diversas as lendas e histórias sobre os miosótis. Em uma delas, conta-se que o nome teria sido dado por Adão, ainda no Éden, que, ao nomear as flores do jardim, esquecera desta e, mais tarde, ao constatar que essa planta havia sido esquecida, deu-lhe então o nome de não-me-esqueças como forma de compensação por seu esquecimento.
A forma das flores, com seus reduzidos tamanhos, sugerem simplicidade, humildade e união como condições acima de interesses materiais. Presentear com essa planta pode representar uma bela declaração como, por exemplo: “minha admiração por ti é sincera”.

O Prêmio Symbelmine é como uma “corrente do bem” entre blogueiros: você recebe um Symbelmine como reconhecimento de alguém e retribui, da mesma forma, atribuindo o prêmio a outros. Devaneios de Mulher foi indicado ao prêmio por Anna Geralda Vervloet Paim do blog DE SOMBRAS E DE LUZ , a quem agradeço imensamente. São regras para a premiação:

1. Eleger 7 blogs que, por sua qualidade ou afinidade, tenham conseguido estabelecer um vínculo que você deseja reforçar e premiar com um Symbelmine – e notificar seus eleitos.

2. Publicar um post mostrando o prêmio e as regras, citar o nome do blog que lhe premiou e indicar seus eleitos.

3. Exibir o selo do prêmio em seu blog (opcional).Neste caso copie daqui e coloque no seu blog.


Abaixo – em ordem alfabética – estão aqueles a quem faço minha homenagem e ofereço meus buquês de symbelmines. Meus critérios de premiação vão para blogs pessoais de pessoas que admiro e que expõe sua arte, pensamentos e opiniões de uma maneira muito pessoal.

Aceitem minha oferta sincera de symbelmines



Parabéns à todos!