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Archive for the ‘LuPoesia’ Category

In Silenzo Blu

 

Alessandra Rosini (In Silenzo Blu)

 

Silenciem as máquinas

 

Rasguem as máscaras!

 

Silêncio!

 

A poesia quer cantar

 

 

 

 

Silenciem as mentes

 

Adiem as coisas urgentes!

 

Silêncio!

 

A alma quer sentir!

 

 

 

 

 

Silenciem os medos

 

Desvendem os segredos!

 

Silêncio!

 

O coração quer confessar

 

 

 

 

 

Silenciem, ouçam a razão da vida!

 

Em seu começo, ou despedida

 

Silêncio!

 

O amor quer falar!

 

 


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Efervescente

 

Meu íntimo dançando com as letras…

.
Faz emergir um novo ser.
.
A emoção a efervescer…
.
Sinto a necessidade urgente de escrever….
.
Sensibilidade à flor da pele!!!
.
Coração batendo…bum…bum…bum…
.
Mente, corpo e alma, agora são um…
.
E nessa cadência, dança de emoções, sensações, lembranças…
.
Sangro palavras, sem comedimento, na tela de um monitor.
.
Chamem isso de loucura, carência, seja lá o que for…
.
Eu prefiro chamar de Amor…
.


 

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Emoções

Aceite, compreenda, subentenda…

Me presuma inocente…

Não me avalie somente…

Pelo que passo com a mente…

Porque esta…Mente!

Mergulhe na insanidade dos meus sonhos…

São loucos, nunca enfadonhos.

Mesmo que não entenda o que dão ou serão…

Eles te conduzirão pelo caminho do meu coração.

Para uma região imune a razão.


Vá mais fundo…

Para um lugar dentro de mim…

Que transcende este mundo…

Num lugar onde fluo…Intuo…Evoluo…

Onde sou rio… E, prazerosamente, rio…


Distraia-se, descuide-se, delicie-se ao dançar com a candura do anjo…

Descubra, desnude, dome e domine o demônio.

Apague o fogo do inferno!

Toque um pedaço do eterno!


Mas não sem antes, fazer do seu coração víscera exposta!

E sangrando sensibilidade, amar-me com verdade!

Por alguns, que sejam, breves instantes…Infinitos!

Para que num saborear atípico da realidade…

Possamos como almas amantes, contemplar a eternidade…


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Meditação

À tardinha as nuvens desenhavam um bailado

harmonioso no céu pós-chuva…

Ela deleitando-se com a existência…

Nua em essência no templo do sentir…

Fazendo amor com o Universo…

Permitiu-se por um momento:

Omitir-se dos ardis da mente…

Imiscuir-se no sopro divino…Amar…

Amar-se…Diluir-se…Perdoar-se…

As mãos do tempo, tocando serenamente a sua

alma…

Muitas vidas… Eternidade…

Recobrou os sentidos…Recordou ser

parte de uma estrela,

gota d’água, verme, terra, fogo,

tudo e nada…

Na multiplicidade de sensações, no flanar em si,

tudo fez sentido…

Renascida! Recordada…Abençoada!

Resgatada!

Plena de energia!

Em paz, deu a luz ao êxtase e

saiu a compartilhá-lo com o mundo…


Autora: Lú

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Que a Fera possa atender o grunhido
desesperado de sua essência! 

Enquanto a Mulher, sem sinal de ruído,
busca as origens de sua carência.

Que a Fera fira, com suas presas e garras,
com critério, por sobrevivência.

Mesmo que a Mulher faça-se mistério por subserviência.

Que a Fera ouse!!!

Ainda que a Mulher repouse…

Que a Fera intua, evolua!

Para que a Mulher conclua…

Que as labaredas que incendeiam o coração da Fera
não se apaguem, enquanto chamas de amor.

Que a Mulher, amedrontada e exaurida,
não seja aniquilada pela dor.

Que a Fera apaixone!

Mesmo que a Mulher decepcione.

Que a Fera encante com poder.

Que a Mulher comova com a reminiscência do seu ser.

Que a Fera se encarregue da fêmea, da bruxa, da feiticeira.

todas gritando:

– Mulher!!!!!!! Levanta dessa cadeira!!!

Que a Fera corra livre pelas florestas, intuindo as manhãs,
sendo espelho do sol, cumplice dos segredos da lua, amante do rio,
testemunha da chuva, conivente com a existência…

E que a Mulher, atenta para às arestas, não se precipite em lágrimas,
não se faça confidente das cicatrizes, aprenda a permitir-se deslizes.

Que o sangue quente da Fera não escoe…

Que a Mulher, não se esvaia num pranto gelado… eur.

Que a morte latente da fera possa ocultar-se
sob a vida aparente da Mulher.

Que a Fera aguarde!!!

Que a Mulher , não tarde…

Até que uma metaforseando-se na outra,
onde não haverá vencida ou vencedora, através dessa quase fusão…

Mente e coração…

“Iceberg” e vulcão…

Voem os véus da ilusão e se concretize a tranformação…

Autora: Lú

 


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